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Nome:

CERULOPLASMINA

Última atualização:

18/11/2011

Informações de coleta:

CODIGO 4   CERU
EXAME 4   CERULOPLASMINA
SINÔNIMOS 4   Cobre-oxidase
4 Cobre oxidase
4 Doença de Wilson
MATERIAL 4   SORO
METODOLOGIA 4   NEFELOMETRIA
VOLUME 4   1,0 mL
ROTINA 4   DIÁRIA
PRAZO 4   4 DIAS ÚTEIS
4 EXAME TERCEIRIZADO - Liberação após as 19:00
i O prazo descrito acima passa a contar a partir do recebimento do material pelo laboratório que realizará o exame.
Considerar de 2ª a 6ª feira como dias úteis.
JEJUM 4   Jejum obrigatório de 8 horas
CRITÉRIOS REJEIÇÃO i   Hemolise Acentuada.
Lipemia Acentuada.
Icterícia Acentuada.
CONSERVAÇÃO 4   Até 5 dias refrigerado entre 2 e 8 ºC.
COMENTÁRIOS 4    
A ceruloplasmina é uma proteina (alfa-2-globulina) produzida no fígado que carrega 70% a 90% do cobre plasmático. Por ser uma proteína de fase aguda, elevando-se em processos inflamatórios, um resultado normal nao exclui o diagnóstico da Doença de Wilson. Os estrógenos (anticoncepcionais orais e gestantes) também elevam a ceruloplasmina.
Níveis em neonatos são mais baixos que em adultos.
Valores abaixo de 10 mg/dl são evidência fortemente sugestiva da Doença de Wilson. Também encontra-se diminuida na Síndrome de Menkes, deficiência nutricional, síndrome nefrotica e má-absorção. Deve-se lembrar que 28% dos pacientes com Doença de Wilson apresentam ceruloplasmina normal. No mínimo em duas ocasioes, as variações da ceruloplasmina não são paralelas as do cobre sérico:
1) na intoxicação aguda por cobre pode não ter havido tempo suficiente para aumento da síntese de ceruloplasmina;
2) na Doença de Wilson, em que encontramos níveis de ceruloplasmina usualmente baixos e podemos encontrar cobre sérico normal ou baixo.
A deficiência do cobre pode causar defeitos na pigmentação, sistema cardíaco, vascular e no esqueleto. Desempenha importante função no metabolismo do ferro. Pode estar diminuído na doença de Wilson, queimaduras, etc. A intoxicação por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre), ingestão de soluções e alimentos contaminados e exposição a fungicidas que contenham o metal.
REFERÊNCIA 4  
                                 Adultos                       :  21,0 a 53,0 mg/dL
                                 Crianças de 1 a 9 anos :  30,0 a 70,0 mg/dL

 

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