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TROMBINA III, ANTI
07/05/2012
| CODIGO | 4 | AT | |
| EXAME | 4 | TROMBINA III, ANTI | |
| SINÔNIMOS | 4 | ATIII | |
| 4 | Atividade do Co-fator heparinico | ||
| MATERIAL | 4 | PLASMA CITRATO | |
| METODOLOGIA | 4 | Quantificação funcional utilizando substrato cromogênico | |
| VOLUME | 4 | 3,0 mL | |
| ROTINA | 4 | DIÁRIA | |
| PRAZO | 4 | 5 DIAS ÚTEIS | |
| 4 | EXAME TERCEIRIZADO - Liberação após as 19:00 | ||
| i | O prazo descrito acima passa a contar a partir do recebimento do material pelo laboratório que realizará o exame. Considerar de 2ª a 6ª feira como dias úteis. | ||
| JEJUM | 4 | Jejum obrigatório de 8 horas | |
| COLETA | 4 | ||
| Colher tubo de citrato totalmente preenchido, tanto para adultos como crianças, sem garrotear ou com garroteametno mínimo. O tubo de citrato devera ser o segundo na ordem da coleta. Se nao houver solicitacao de outro exame, colher um tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. Centrifugar imediatamente apos a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para um tubo plastico. Cuidado para nao tocar a ponteira na camada de celulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Repetir o processo de centrifugacao transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anterioes a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3 de plasma. Contar o numero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/ mm3 repetir o processo de centrifugacao. Se possivel informar no pedido a contagem encontrada. Separar o plasma em duas aliquotas de no minimo 2 mL cada e congelar imediatamente. Enviar o material congelado, com volume mínimo de 2 mL de plasma pobre em plaquetas. | |||
| CONSERVAÇÃO | 4 | Ate 5 dias refrigerado entre 2 e 8 ºC. Após este período congelar a - 4 ºC. | |
| INFORMAÇÕES | |||
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i |
Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. | ||
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i |
É desejavel que o paciente nao esteja usando anticoagulante oral por pelo | ||
| menos 4 semanas e heparina por 48 horas. | |||
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i |
A suspensao de qualquer medicacao devera ser feita mediante autorização | ||
| do medico responsavel pelo paciente. | |||
| COMENTÁRIOS | 4 | ||
| A Antitrombina (previamente conhecida como antitrombina III) é uma glicoproteína anticoagulante natural, que inibe a trombina e os fatores X e XI ativados. Sua deficiência está associada a um estado de hipercoagulabilidade, com o aumento do risco de trombose venosa. A deficiência de antitrombina III está presente em 1-2% dos casos de trombose, podendo ser congênita ou adquirida. As deficiências congênitas são divididas em tipo I e tipo II. No tipo I a concentração e a atividade da antitrombina III estão diminuídas. No tipo II, apesar da concentração normal da antitrombina III, a sua atividade funcional é baixa. Assim existem ensaios antigênicos, que determinam a quantidade da proteína, e ensaios funcionais. Uma vez que os ensaios funcionais identificam ambos os tipos de deficiência, os ensaios antigênicos só devem ser realizados se o ensaio funcional estiver diminuído, para que se defina precisamente o tipo de deficiência. As deficiências adquiridas são mais comuns e podem decorrer de redução da síntese hepática (cirrose, etilismo, hepatite), de aumento do consumo (tromboses, coagulação intravascular disseminada, infarto agudo do miocárdio), perda (síndrome nefrótica, enteropatias, traumas) e de outras causas (uso de heparina, uso de estrógenos, gravidez). Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios, uso de anabolizantes e penicilinas. Ao nascimento, níveis de antitrombina são em média 63% dos níveis do adulto, aumentando a estes níveis aos seis meses de idade. | |||
| REFERÊNCIA | 4 | 75% A 125% |
+55 (48) 3279.0600
Grupo Reação - Apoio Laboratorial - Rua Francisco Tolentino, 23 - Palhoça/SC - CEP 88133-360